Na manhã desta quarta-feira (10), servidores do Poder Judiciário, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e integrantes do Povo Pitaguary realizaram uma caminhada em direção ao Palácio da Justiça, no Cambeba, para reivindicar pautas para os três segmentos.
Chegando em frente a sede do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), foi organizado uma série de falas de representantes sindicais, como o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal no Ceará (Sintrajufe-Ce) e coordenador da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe), Fábio Antônio Teixeira Saboia, da coordenadora da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud), Elisângela da Silva Paula, o coordenador da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), José Batista, o sindicalista Ailton Lopes, dentre outros. Fábio Saboia, presidente do Sintrajufe-Ce destacou que o pleito dos movimentos camponeses da criação da vara assuntos fundiários, já existe na Justiça Federal, por isso a legitimidade do pleito.
Após as falas, foram convidadas a Coordenação Nacional dos Direitos Humanos do MST, Margarida de Souza Oliveira e o integrante do povo Pitaguary, Beto Pitaguary, a assinarem o requerimento pela criação da Vara Especializada em Assuntos Fundiários. Os dois representantes destacaram a importância da iniciativa que auxilia a luta de camponeses e povos originários.
Em seguida o coordenador Geral do SindJustiça Ceará, Roberto Eudes, destacou “que esse sindicato tem o compromisso com os oprimidos, com o povo trabalhador, com a demarcação dos povos originários e em 2022, levantamos o primeiro acampamento e neste momento levantamos a necessidade da criação da vara de assuntos fundiários”.
Também destacou que a categoria segue aguardando respostas concretas sobre a correção das tabelas vencimentais, o avanço de referências após o estágio probatório, a faixa especial do auxílio-saúde para aposentados e demais pleitos apresentados pelo SindJustiça Ceará.
Após o ato, o coordenador Geral do SindJustiça Ceará, Roberto Eudes, e a coordenadora de Formação Política, Maria Ivone, entraram no Palácio da Justiça para mesa de negociação. E outra comissão com representantes do MST, SindJustiça e povo Pitaguary protocolaram a petição no TJCE.



































