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Estratégia Eleitoral e geopolítica marcam o segundo dia do XVI Encontro da Fenajud

Estratégia Eleitoral e geopolítica marcam o segundo dia do XVI Encontro da Fenajud

28 mar 2026 | A manhã do segundo dia do XVI Encontro Nordeste da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) foi dedicada à análise de conjuntura política e organizacional, com a palestra do professor e coordenador geral do SindJustiça-RN, Bernardo Fonseca.Com os temas “Quem Nos Representa Decide o Nosso Futuro” e “Estratégia Eleitoral e Organização Sindical”, […]

A manhã do segundo dia do XVI Encontro Nordeste da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) foi dedicada à análise de conjuntura política e organizacional, com a palestra do professor e coordenador geral do SindJustiça-RN, Bernardo Fonseca.
Com os temas “Quem Nos Representa Decide o Nosso Futuro” e “Estratégia Eleitoral e Organização Sindical”, o palestrante provocou uma reflexão profunda sobre como as escolhas políticas diretas impactam a vida dos servidores e os rumos do serviço público no Brasil.
Bernardo Fonseca iniciou sua exposição analisando o cenário para as próximas eleições presidenciais e o papel da classe trabalhadora e do sindicalismo neste cenário.
O professor demonstrou como setores da mídia têm trabalhado para desvincular a imagem do pré-candidato Flávio Bolsonaro do legado de seu pai, Jair Bolsonaro, em uma tentativa de reposicionamento político.
A análise serviu de base para discutir como as estratégias de comunicação moldam a percepção do eleitorado e influenciam os resultados das urnas, reforçando a necessidade de os sindicatos estarem atentos e organizados frente a esses movimentos.
Expandindo o debate para a esfera global, o palestrante abordou a transição econômica dos Estados Unidos do antigo padrão-ouro para o atual padrão-dólar. Fonseca explicou que a hegemonia da moeda americana se consolidou a partir de um acordo estratégico firmado em 1974 entre os EUA e a Arábia Saudita, estabelecendo o petróleo como o principal lastro do dólar.
O dirigente detalhou como esse sistema permite que a emissão de moeda americana seja absorvida pelo mercado global, conferindo aos EUA um poder geopolítico sem precedentes que reverbera nas economias de todos os países, inclusive o Brasil.

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